Ao longo de cinco séculos, o Brasil manteve uma estrutura de poder marcada pela dominação de elites, patrimonialismo e exclusão social. O Direito, desde a era colonial até a República, serviu para sustentar essa ordem. A terra, central na formação de riqueza, sempre esteve concentrada nas mãos de poucos — das sesmarias coloniais às
oligarquias do Império. No século XX, lutas camponesas provocaram avanços, mas o país ainda exibe uma das maiores concentrações fundiárias do mundo. Este livro analisa essa trajetória de desigualdade e resistência.




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